Equilíbrio do ensino remoto e presencial desafia instituições privadas

Após mais de 100 dias de interrupção total das aulas presenciais, que afetou os 48 milhões de estudantes da educação básica, e os mais de 8 milhões do ensino superior, os estados começam a discutir e implementar os protocolos de reabertura.

Em São Paulo, por exemplo, se a bandeira amarela estiver vigente por 28 dias, o retorno está previsto para 8 de setembro. No Rio de Janeiro, a prefeitura anunciou uma retomada da rede privada em 3 de agosto, de forma voluntária.

Enquanto isso, houve férias antecipadas e várias formas de aulas online, com impactos também nas famílias pelo uso dos computadores — nem sempre disponíveis a todos — e o tempo de acompanhamento das crianças.

E, ao mesmo tempo, o ensino à distância ganhou novas proporções para os adultos, que tiveram acesso a conteúdos e aulas que nem mesmo sabiam que estava disponível antes desse período longo dentro de casa — um impacto relevante também para a educação executiva.

O retorno da educação no pós-quarentena será discutido amanhã, às 10h, em um webinar promovido pela Bússola, uma parceria da EXAME e do Grupo FSB. Estarão presentes Juliano Costa, vice-presidente de produtos educacionais para a América Latina da Pearson; Roberto Sagot, vice-presidente executivo da Fundação Dom Cabral; Duda Falcão, Diretora executiva da Escola Eleva; e Marco Fisbhen, CEO do Descomplica. Inscreva-se aqui.

Executivos do ensino privado debatem sobre o retorno dos alunos às aulas. Amanhã, às 10h.Bússula/Reprodução

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